A abertura do IV Festival de Literatura da Amazônia (Flama)

A gente fica se importando com o que não deve, ou não é da nossa praia e esquece de valorizar o que realmente interessa. ********** To..

A gente fica se importando com o que não deve, ou não é da nossa praia e esquece de valorizar o que realmente interessa.
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To me referindo a coluna de ontem, quando achei de comentar sobre a vitória do Palmeiras sobre o meu Vasco
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E deixei de divulgar o que realmente interessa à comunidade cultural do nosso estado em especial da capital Porto Velho.
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Entre os eventos que aconteceram e que merecem nossa total atenção foi a abertura do FLAMA ocorrida no Teatro Banzeiros que contou com a participação dos Corais Vozes do Madeira e Canto Livre respectivamente do Tribunal de Justiça e do Ministério Público de Rondônia.
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O evento contou com a presença do ilustre escritor e poeta baiano José Inácio, além de autoridades constituídas do município de Porto Velho.
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Pois é, assim foi a abertura do IV Festival de Literatura da Amazônia (Flama), na noite da última segunda-feira (26), no Teatro Banzeiros em Porto Velho.
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“É um evento muito importante, o segundo na gestão do prefeito Hildon Chaves. Estamos trazendo inclusive obras literárias e pessoas de renome nacional. É um momento importante também para conhecermos os escritores daqui e também um incentivo a mais para os estudantes, já que temos escritores mirins”, destacou o secretário municipal de educação César Licório, que na ocasião representou o prefeito.
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O escritor e poeta Alexandre Brito, que veio do Rio Grande do Sul, acompanha o Flama à distância desde a sua 1ª edição, “mas quando recebi o convite fiquei muito feliz porque acho muito bacana esse formato que o evento tem. Aqui tem a arte, a literatura, mas também tem as discussões sobre a arte de escrever e uma interação muito grande com a escola, com a leitura, com a formação de leitores”, frisou.
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“É bom que estejam proliferando eventos como esse pelo Brasil todo, pois são de uma importância fundamental na construção de um público leitor. Ainda mais com a presença de Alexandre Brito, que transita por todas as linguagens e por todas as idades para encantar as crianças e formar um público consumidor de cultura. O Flama é um festival de literatura, mas que dialoga com outras linguagens”, disse José Inácio, que pela 2ª vez participa do festival.
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Marcaram presença o Gerente da Divisão de Artes Escolar da Secretaria Municipal de Educação (Semed), que é responsável pelo evento, Andrea Melo.
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O Flama traz para Porto Velho representante não só da Bahia e Rio Grande do Sul, mas também do Pará, Minas Gerais, Unir, dos Ministérios da Cultura e da Educação, entre outros.
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Até a próxima sexta (30), haverá apresentações musicais, palestras, performances poéticas, mini-cursos, exposições de artistas plásticos e rodas de conversas.
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Muitas outras atrações acontecem até sexta-feira, quando se encerrará o festival. As atividades iniciam sempre a partir das 8 horas.
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Por isso ´que se diz: Nunca é tarde, para se levantar a cabeça e ter a humildade de se redimir perante aqueles que lhes são caros.
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E tá chegando a hora de mais um “Tributo ao Menestrel” desta feita o homenageado será esse que escreve essa coluna que é chamado de Sílvio Santos ou Zekatraca
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Os ensaios estão acontecendo sob a direção do SILVINHO SANTOS. O show vai contar com a participação do Bado, Pastoras do Asfaltão, Lairton Rocha, Branko Moraes – Casca de alho, Zezinho dos Cobras, Bainha e Torrado.
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As escolas de samba em reunião da Fesec decidiram que também participarão da homenagem ao Sílvio Santos levando passistas, porta-bandeira e mestre-sala e os interpretes de samba enredo. Vai ser o Bicho esse show!
Diário da Amazônia

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