Faça uma reflexão!

Carlos Delano Rebouças*

Na iniciativa privada nem sempre, aliás, muito raramente, se escolhe um chefe democraticamente. Essa escolha acontece, de praxe,  ou por meio meio de nomeação pela diretoria, reconhecendo o trabalho desenvolvido, ou por seleções internas e externas. Isso é fato.

Contudo, para escolher o líder ou enxergar uma liderança não se faz uso desses recursos, pois não necessariamente o chefe nomeado ou selecionado apresenta características de alguém que representa uma equipe, tendo o seu respeito e atenção. Muitas vezes é intitulado de líder, mas sem jamais ser enxergado como tal.

Muita gente critica o chefe que possui, tachando-o de autoritário, desumano e patronal. Enxerga nele tudo que se possa imaginar de alguém que não representa a sua equipe, com vistas à conquista de objetivos comuns, sobretudo aqueles da organização em que todos atuam e que certamente são os maiores. 

Diante dessa análise comportamental do trabalhador brasileiro, dando um grande desconto em relação ao seu visível despreparo e desconhecimento profissional no que tange à postura e saberes diversos, será que somos injustos ao rotular nossos chefes dessa forma,  tendo feito uma escolha de um chefe de estado com todas as características indiferentes a de um verdadeiro líder?

*Professor de Língua Portuguesa e redação, conteudista, palestrante e facilitador de cursos e treinamentos, especialista em educação inclusiva e revisor de textos.

Comentários

Mais Visitadas

Campus Party 2018 vendeu 30% a mais de ingressos que edição anterior

Espírito Santo: Dom Pascal

O Natal em Natal (RN), a capital potiguar fundada em 25 de dezembro de 1599

Escritora portuguesa constrói alegoria sobre passado e presente do Brasil