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Festival terá cerca de 60 horas ininterruptas de dança folclórica

Principais atrações, de acordo com os organizadores, são os grupos israelenses Hora yerushalaim, de dança tradicional, e TZUZA, de dança contemporânea.
Tzuza, grupo de dança folclórica contemporânea israelense, é uma das atrações do festival.
Tzuza, grupo de dança folclórica contemporânea israelense, é uma das atrações do festival. Foto (Tzuza להקת תזוזה/Divulgação)
Mais de 85 grupos, que somam cerca de dois mil dançarinos, vão se apresentar em São Paulo neste final de semana, como parte do Festival Carmel. Ao todo, serão cerca de 60 horas ininterruptas de dança. O festival, de dança folclórica judaica, acontece entre os dias 7 e 9 de dezembro na Hebraica. Os grupos são provenientes do Brasil, Argentina e Israel.

O evento terá vários palcos, incluindo um, com 28 metros, e que pode comportar até 200 dançarinos, tido como o maior de dança do Brasil. As principais atrações, de acordo com os organizadores, são os grupos israelenses Hora yerushalaim, de dança folclórica tradicional, e TZUZA, de dança folclórica contemporânea.

Este ano, em sua 38ª edição, o Carmel terá como tema Artzeinu, que em tradução livre significa "Nossa terra". "Dançar não é só fazer parte de um grupo e sim fazer parte de um grande movimento artístico e cultural", afirma, em comunicado, Nathalia Benadiba, coordenadora geral do evento.

O Festival Carmel vai servir, também, como evento de encerramento das comemorações, em São Paulo, dos 70 anos da independência de Israel. "Neste ano festivo, nosso objetivo é colaborar com a transmissão da história e da cultura judaica", afirma Benadiba.

Para completar a programação, serão realizados ainda no evento alguns workshops, voltados para públicos de todas as idades. Um deles, sobre dança circulares, vai contar com a participação de um coreógrafo israelense.

Os ingressos, que custam entre 18 e 40 reais, estão à venda no site da Hebraica.


Agência Estado

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