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Maquete do Museu Nacional concorre para virar brinquedo Lego

Publicitários vão destinar dinheiro arrecadado para reconstrução.
A maquete em 3D foi apresentada pelo publicitários paulistas Caio Gandolfi e Diego Ferrite.
A maquete em 3D foi apresentada pelo publicitários paulistas Caio Gandolfi e Diego Ferrite. (©MuseuNacional/ Lego)

Um projeto de maquete do Museu Nacional, destruído por um incêndio em setembro do ano passado, está concorrendo em um concurso para se tornar brinquedo Lego. Para isso ocorrer, a proposta precisa receber 10 mil curtidas no site da empresa dinarmaquesa.
A maquete em 3D foi apresentada pelo publicitários paulistas Caio Gandolfi e Diego Ferrite. Apesar de nunca terem visitado o Museu Nacional, a dupla descobriu que a Lego Ideas, dona do brinquedo, aceita projetos de pessoas físicas com possibilidade de virar brinquedo no futuro e decidiram montar a proposta sobre o museu como forma de ajudar na reconstrução.
“A gente ficou meio chocado quando tudo aconteceu e foi aí que surgiu a ideia de começar a pensar como podiámos ajudar na reconstrução do Museu Nacional mesmo de longe”, disse Caio Gandolfi.
Até o momento, o projeto já recebeu 9,7 mil votos. A votação popular está aberta até agosto de 2020. Se o total de votos for alcançado antes, a votação será encerrada.
Museu Nacional/UFRJ @MuseuNacional
 
Projeto de maquete do Museu Nacional concorre para virar brinquedo Lego.
Caso ganhe 10 mil curtidas no site, vai virar um brinquedo e todos os royalties das vendas do produto serão repassados ao fundo de reconstrução do Museu Nacional.
Para votar: https://ideas.lego.com/projects/461fb3b6-31c5-4fa0-b5e0-7c8fbc3f1d85 
4.066 pessoas estão falando sobre isso
 
 
Depois da votação, um comitê interno da Lego vai analisar se a maquete poderá ser produzida em peças do brinquedo. “Se a gente conseguir as 10 mil curtidas e se o brinquedo for para a rua, todos os royalties cedidos para a gente serão encaminhados para o fundo de reconstrução do Museu Nacional”. Os dois publicitários já se comprometeram formalmente com o diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner.
O incêndio destruiu a maior parte do acervo museu, formado por 20 milhões de objetos históricos, artísticos e culturais reconhecidos como patrimônios brasileiros, entre os quais se destacam o fóssil do maior dinossauro já encontrado na América do Sul e o crânio da habitante mais antiga das Américas, Luzia. “Eu nunca vou poder ver as coisas que foram perdidas para sempre, mas o prédio do museu em si ainda pode ser reconstruído e a gente não pode deixar perder isso”, afirmou Gandolfi.

Agência Brasil

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