É bem assim!

Por Carlos Delano Rebouça*
Vivemos, sim, uma sociedade de conhecimentos, onde impera o preconceito de se achar que uma profissão pode ser mais valorosa ou importante que a outra, nutrindo uma espécie de segregação de classes, muitas vezes definindo caracteres a partir das escolhas profissionais, seja por imposições da vida, seja unicamente por identificação.

Somos todos "peças de um jogo", quem sabe, como um xadrez, em que nos movimentamos ou em sua função somos movimentados em busca do sucesso, no qual cada uma com sua devida importância. Um sucesso que não é de um só – de alguém ou de ninguém –, e sim de quem tem humildade de entender que o “nós” é bem melhor de se dizer.

Todos temos algo a ensinar, a agregar de alguma forma para o crescimento da sociedade, para a edificação de um outro ser que não necessariamente se enxerga pelo espelho do egoísmo.

Deixamos nossas marcas, nossos feitos, nosso legado, nossos ensinamentos. Valorizemos, portanto, cada profissão existente, sem jamais transferirmos nossos mais indomáveis sentimentos, esses mesmos que maltratam e machucam sem escolher a quem, apenas pelo simples fato de se enxergar diferenças.
*Professor de Língua Portuguesa e redação, conteudista, palestrante e facilitador de cursos e treinamentos, especialista em educação inclusiva e revisor de textos.

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