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Ciranda poética

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O caminho para joeirar literatura mais completo é o que enseja articular poesia. O jornalista e escritor Eduardo Fontes, autor que publica nesse mesmo espaço, sempre às quartas-feiras, tem o condão poético inerente à sua sensibilidade de esteta da palavra, no sentido de formatar versos nascido de inspiração pura para cantar poemas. É autor de títulos como “Cancioneiro de Mim”, “Devaneios” e o mais recente deles, “Ciranda Poética”. São livros que deságuam múltiplos em temas os mais variados.
“Ciranda Poética” tem a luz certa entre a poesia e o poeta. Mostra a leveza para contar detalhes na cadência dos versejadores espontâneos. Eduardo Fontes assina mais um livro de poesia nesse labor jornalístico do lado sensível para brincar com as palavras em monumentos de harmonia capaz de suavizar seus enfoques das análises noticiosas. Poesia na declamação do lado humanístico de sonorização cadenciada. Vocação reconhecida em sua inclusão na Academia Fortalezense de Letras.
“Ciranda Poética elevando o toque poético na seara das levezas em odes revestidas de humor, filosofia e toda uma atmosfera de bem com a literatura nascida do talento de quem escreve. Eduardo Fontes é tradutor natural de temas multivariados. Faz poesia por amor à arte de escrever em versos. Composição poética na sistemática de despertar o sentimento do belo. Expressar a beleza, por meio da palavra em texto inspirado. Sua essência maior nos livros de poesias é o ritmo.

Os livros poéticos de Eduardo Fontes cantam as árias da simplicidade para tecer seus desabafos. É o cantar em versos num poetizar que vai ficando distante na forma de dissertar ficções que encantam. O autor de “Ciranda Poética” revela seu pendor com a teoria da versificação, na forma clássica de espargir a boa literatura. O jornalista idealista no cantar sinfônico próprio da poesia, como a arte própria dos que sintonizam com as belezas da vida.

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