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Desenvolvimento

Por Gonzaga Mota - Professor aposentado da UFC

Concordamos com a ideia de que a educação deve ser proporcionada a todos por constituir um direito e uma condição para o pleno desenvolvimento da pessoa humana. Além de ser um direito, a educação também é um dos principais fatores, senão o mais importante, do desenvolvimento dos países. É fundamental que as nações entendam, em primeiro lugar que a educação não é um gasto, mas um investimento. Em segundo lugar, é um investimento de longo prazo que deve expressar o compromisso de gerações e ser elevado a um projeto do Estado Democrático, para além das divergências partidárias das forças políticas que momentaneamente ocupam os papéis de governo e oposição, ou seja, a educação não deve ser um programa de Governo, mas de Estado. Ademais, deve-se buscar a articulação dos diversos atores sociais somando esforços de governo, setores empresariais e trabalhistas e da sociedade em geral. 
Há uma evidente correlação entre os níveis educacionais, cognitivos e comportamentais, das populações e o desenvolvimento. Com a evolução de tecnologias e métodos produtivos são requeridas novas aptidões. Não basta acompanhar as transformações, há que se ter a capacidade de antecipá-las. Daí a necessidade da educação ao longo de toda a vida. Este é um processo irreversível. 

No Brasil, há um grande consenso em prol da educação quando se analisam os discursos das mais diversas lideranças políticas. Resta, pois, o passo mais difícil- transformar a retórica em ações concretas e priorizar os investimentos da educação, nas múltiplas dimensões do acesso, da equidade, da qualidade e da responsabilidade. Este será o caminho do desenvolvimento equilibrado e democrático com distribuição de renda e participação de todos na riqueza da nação brasileira- o verdadeiro desenvolvimento humano. Eis a grande prioridade!

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