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Fátima: “Sois mensageiros de Deus”

O Card. Marc Ouellet, em Fátima
O Card. Marc Ouellet, em Fátima  (AF_SantuarioFatima)
O Card. Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos, presidiu a peregrinação internacional dedicada aos migrantes e refugiados no início da semana, no Santuário de Fátima .
Domingos Pinto – Lisboa

O prefeito da Congregação para os Bispos presidiu este ano à peregrinação internacional aniversária de agosto ao santuário de Fátima, inserida na 47.ª Semana Nacional das Migrações sob o tema ‘‘Não são apenas migrantes”. Na sua homilia do dia 13, de encerramento desta peregrinação, o prelado canadiano disse que “a mensagem de Fátima permanece mais atual do que nunca, porque nuvens carregadas pairam sobre o planeta e nós não sabemos o que nos reserva o amanhã”.
“Ainda que o Santo Padre venha multiplicando as iniciativas e assumindo a defesa dos mais vulneráveis na causa da paz, nomeadamente através da promoção de uma ecologia humana integral, muitos são os líderes políticos que se fecham cada vez mais ao diálogo, à compaixão e à paz”, alertou D. Marc Ouellet.
O cardeal canadiano explicou que sendo “contemporânea da Primeira Guerra Mundial e do seu epílogo revolucionário na Rússia” a mensagem de Fátima “é e continua a ser a Paz, a garantia da paz, da oração e da penitência para a paz do mundo”.
Já na homilia da missa da vigília desta peregrinação, o Prefeito da Congregação para os Bispos invocou a memória de todos quantos têm sido «descartados» pela sociedade e perderam a sua vida no meio da atual crise migratória mundial.
O prelado recordou as palavras que o Papa Francisco utilizou aquando do 6.º aniversário da sua viagem à ilha de Lampedusa, acerca das tribulações que milhões de migrantes e refugiados passam, apenas por quererem chegar a um território onde possam viver uma vida melhor.
“São os últimos enganados e abandonados a morrer no deserto; são os últimos torturados, abusados e violentados nos campos de detenção; são os últimos que desafiam as ondas dum mar impiedoso; são os últimos deixados a morrer em acampamentos de acolhimento”, citou D. Marc Ouellet que deixou uma mensagem de conforto e de esperança aos migrantes e refugiados.

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