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Esperança e felicidade

Por Gonzaga Mota - Professor aposentado da UFC

No atual estágio da humanidade, destacam-se como fundamentais os direitos à vida e à liberdade, como também o direito de se ter o mínimo indispensável para alcançar a cidadania. Ações de política econômica precisam ser concebidas visando buscar uma melhor justiça distributiva, consequentemente uma organização socialmente justa. A vida é mais agradável e bela quando percebemos a presença da amizade e a ausência da inveja e do ódio. Torna-se básico a exaltação dos valores internos e morais, para que possamos buscar felicidade e esperança. Vivemos dias de expectativas, para não dizer de intranquilidade e angústia no contexto mundial.
Em todas as nações, das mais ricas às mais pobres, existem problemas relacionados com a falta de entendimento, humildade, justiça, amor e paz. Acreditamos que a supremacia dos valores materiais sobre os espirituais é a grande responsável pelo atual desajuste universal. Quando dizemos valores espirituais não estamos nos referindo e também nos restringindo a uma determinada religião, doutrina ou seita. Vale lembrar Mahatma Gandhi: “Considero-me hindu, cristão, muçulmano, judeu, budista e confuciano”. 
Não podemos mais conviver com guerras, terrorismo, disputas inócuas, enfim, com qualquer tipo de violência política, social, econômica, etc. A discriminação entre as pessoas, por exemplo, representa a forma mais cruel de coação, permitindo o constrangimento físico ou moral. A falta de solidariedade leva ao desentendimento, à intolerância e ao comportamento irracional. 

Não queremos um mundo preconceituoso e sem amor. Tudo que fazemos para reduzir ou evitar o sofrimento de nossos irmãos é uma prova de estarmos cada vez mais perto de Cristo. Como disse Goethe: “Abra o coração para que entre mais amor”. Segundo Jo (13, 34-35): “Amem uns aos outros, como eu amo vocês”. Orientemo-nos pela palavra de Deus.

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