Pular para o conteúdo principal

Amor e paz

Por Paulo Eduardo Mendes - Jornalista
Crônicas. Desabafos. Entrevistas. Tudo de roldão na vontade dormida de amar. Amor puro ou mesmo tímido guardado no imo de cada ser que respira. Temos vida. Amamos na proporção de querer paz. Dissertamos a envolvente aproximação entre homens e mulheres como fator de aconchego humano.
O clarão do mundo mantém acesa a harmonia capaz de separar o amor do ódio. A política, por exemplo, poderia afastar os polos desses sentimentos antagônicos: amor e ódio. Usar a inspiração casta capaz de mudar o mundo através da compreensão e da ternura pelo próximo. Bastaria entender a força viva do amor para deixar o ódio trancafiado na cela da discórdia que não deveria existir. Afinal somos dotados de raciocínio. Temos inteligência superior apta a separar as coisas e tentar colher benesses na lavoura da vida.
Vivenciar a relação de amor não só nos romances cinematográficos dos vínculos de casais. Somos capazes de entender e conjugar o verbo amar como grito de alerta para apaziguar ânimos e podar a violência que cresce como erva daninha.
Nos quatro cantos do mundo o ódio permanece à espreita para atacar os redutos da paz desejada. Amor e ódio concentrados na política dos interesses iguais, mas desvirtuados pela inveja das oposições insensatas. Situação e oposição podem e devem marchar acertando o passo na direção certa.
Vamos amar o próximo. Nada de mergulhar na indiferença e na perfídia do ódio que não leva a nada. O político sabe exatamente o porquê desse apelo. Seria ótimo empunhar a bandeira branca da paz. Nossa visão de mundo é a de jornalista e não de conselheiro sentimental. Atentem os leitores para o nosso grito de socorro.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Corpo do Jornalista Carlos Heitor Cony deve ser cremado na terça-feira

Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil* O corpo do jornalista Carlos Heitor Cony deve ser cremado na próxima terça-feira (9), no Memorial do Carmo, segundo a Academia Brasileira de Letras (ABL), respeitando o desejo do imortal. Cony morreu ontem (6), aos 91 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos após dez dias de internação. Segundo a ABL, como a morte ocorreu em um fim de semana, procedimentos jurídicos e administrativos terão que ser resolvidos nesta segunda-feira (8). Após a cremação, suas cinzas devem ser lançadas em um local que remete a sua infância. Também a pedido do jornalista, seu corpo não foi velado na sede da academia. A amiga e também jornalista Rosa Canha disse que Cony desejava uma cerimônia íntima. "Ele não queria velório, não queria missas nem nenhum tipo de homenagens. Ele pediu muito que fosse uma cerimônia apenas para a família".  Saiba MaisTemer lamenta morte do jornalista Carlos Heitor Cony Carlos Heitor Cony nasceu no Rio em 14 de março de 1926.…

Participe da Coletânea "100 Poetas e 100 Sonetos"

O Instituto Horácio Dídimo de Arte, Cultura e Espiritualidade está selecionando 100 poetas para compor a Coletânea “100 Poetas e 100 Sonetos”. Os sonetos são de tema livre e devem ser metrificados em qualquer tamanho ou estilo, rimados ou não. 

Não haverá taxa de inscrição e nem obrigatoriedade de aquisição do livro pelos participantes, que em contrapartida cedem seus direitos autorais. 

A data e local do lançamento da coletânea serão definidos posteriormente. 

Para participar, envie o seu soneto para o email ihd@institutohoraciodidimo.org ou pelo formulário até 10/07/2019 com uma breve biografia.

Por https://institutohoraciodidimo.org/2019/06/11/coletanea-100-poetas-e-100-sonetos/

Projeto do escritor e professor cearense Gonzaga Mota doa livros para escolas públicas da Capital e do interior

Por Diego Barbosa,  Com a ação, Gonzaga Mota já circulou por 20 instituições, ora aumentando acervos, ora criando novas mini-bibliotecas Com facilidade, a porta em que está cravada a placa "Livros de escritores cearenses" escancara-se em nova visão. Do outro lado do anteparo, o olhar mira num aconchegante espaço, onde repousam, organizadas e coloridas, obras de toda ordem. São títulos tradicionais e contemporâneos, exemplares de poesias, contos, crônicas, romances. Em comum a todos eles, o DNA nosso: possuem assinatura de cearenses. E querem ganhar mais mundos, outras trilhas. Mantido pelo escritor e professor Gonzaga Mota, o gabinete da descrição acima é recanto de possibilidades. Desde o começo deste ano, o profissional mantém um projeto de doação de livros para escolas públicas de Fortaleza e do interior, almejando estender o raio de alcance da leitura, especialmente entre crianças e jovens. A vontade de fazer com que os volumes saltem da…