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Democracia e felicidade

Por Gonzaga Mota - Professor aposentado da UFC

O Estado brasileiro enfrenta momentos de dificuldades envolvendo os três Poderes Constituídos, podendo comprometer, infelizmente, os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, conforme o art. 2º de nossa Carta Magna: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”. 
É claro que os desajustes decorrentes dessa situação aflitiva se projetam nas estruturas da sociedade e da família. Para que possamos refletir, desprovidos de qualquer conotação partidária, acerca do grau de inquietação nacional, bem como da necessidade de cada brasileiro ter sua parcela de responsabilidade na solução da problemática, apresentaremos algumas ideias de pensadores relacionadas com atitudes e comportamentos das pessoas:
“Como é estranho ambicionar o poder e perder a liberdade” (Francis Bacon). “O supérfluo dos ricos é o necessário dos pobres” (Santo Agostinho). “Há homens cuja fraqueza de inteligência não lhes permitiu ir além das coisas corpóreas” (Santo Tomás de Aquino). “A nação que preza outros valores acima da liberdade perderá sua liberdade; e, ironicamente, se forem o conforto e o dinheiro que ela preza mais, ela os perderá também” (Somerset Mangham). “Abra o coração para que entre mais amor” (Goethe). “Ah! Como dói viver quando falta a esperança” (Manuel Bandeira). “Recorda-te do rosto do homem mais pobre e necessitado que haja visto. Vê se o passo que pensas em dar lhe servirá de alguma ajuda” (Mahatman Gandhi).

Não estamos perdidos. Observemos a verdadeira Justiça. Se a tristeza e a desilusão o perturbam, pense em Deus. Distribua solidariedade e amor, não guarde ódio, somente assim, pode-se encontrar o caminho da democracia e da felicidade. Pensemos nos valores espirituais e não apenas nos valores materiais. Dessa forma, conseguiremos uma sociedade justa.

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