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Apanhadão: No tema da pandemia

E mais: Mais editoras se unem para lançar obras de Audre Lorde; as ações estratégicas para a universalização das bibliotecas no Brasil e o prelo das editoras
A pandemia do novo coronavírus já virou tema de diversos livros e o Estadão conversou com três autores que viram o momento atual como um bom tema para seus novos trabalhos. Gisele Mirabai, Lucas Lins e Felipe Franco Munhoz estão entre os autores que já produziram textos literários sobre a pandemia. Gisele, finalista do prêmio Jabuti em 2018 com o livro Machamba (Nova Fronteira), lançou em abril Ana de Corona (Ciao Ciao Editorial); Lucas lançou Poesia para matar o corona, que compartilhou via Instagram; e Munhoz escreveu Parêntesis, texto que se encaixaria no gênero “closet drama”, uma peça teatral para ser lida. 
Na coluna da Babel, o prelo da Harlequin. Em julho, a editora publica Linda conquista, o primeiro volume da série de 11 títulos de Sherryl Woods que deu origem a Doces Magnólias, da Netflix. A série acompanha três amigas vivendo em Serenity, na Carolina do Sul, e o primeiro livro é centrado na personagem Maddie Townsend. Enlouquecida com os filhos, ela está tentando lidar com as consequências da decisão do ex-marido, que trocou a família pela amante grávida.
Em uma edição do Apanhadão de fevereiro, destacamos que a coluna da Babel adiantou que as editoras Relicário e Bazar do Tempo decidiram unir forças para publicar com o mesmo projeto gráfico, as obras da escritora feminista Audre Lorde (1934-1992). Agora, o Painel das Letras anunciou que mais duas editoras se juntaram ao projeto: Ubu e Elefante. A Ubu lançará Sou sua irmã, com tradução de Stephanie Borges e que traz conferências feitas para o público americano e internacional, ensaios e o diário que Lorde escreveu após receber o diagnóstico de câncer no fígado. Já a Elefante irá publicar Zami, uma biomitografia, com tradução de Lubiana Prates. É um livro autobiográfico, no qual Lorde tenta exercitar um gênero literário particular, combinando elementos da história e do mito.
Ainda no prelo das editoras, a Relicário prepara o livro Carta à Terra - E a Terra responde, da economista e ecologista francesa Geneviève Azam. E a Antofágica lança A morte de Ivan Ilitch, de Tolstói, com tradução de Lucas Simone e ilustrações de Luciano Feijah. Lançada originalmente em 1886, a obra marcou o retorno do autor russo à literatura, depois de um período dedicado à vida espiritual. 
O portal Biblioo fez um compilado das ações estratégicas para a universalização das bibliotecas no Brasil. Realizar o monitoramento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE) relacionados à leitura e às bibliotecas está entre as propostas apresentadas. O PNE, que diretrizes, metas e estratégias que devem reger as iniciativas na área da educação também foi explicado na matéria, frisando suas principais metas.
N’O Globo, Ancelmo Gois adiantou que em agosto, chega às livrarias Liberdade igual, do carioca do Méier e advogado Gustavo Binenbojm, conhecido por atuar em causas importantes ligadas à liberdade de expressão. A obra estreia o selo História Real, que marca a volta do coleguinha Roberto Feith ao mercado editorial em parceria com Jorge Oakim, da Intrínseca.
Lauro Jardim também contou que a Intrínseca comprou os direitos de Memória, livro do empresário franco-brasileiro de origem libanesa, Carlos Ghosn. Na obra, o diretor-geral e presidente do Grupo Renault conta os detalhes de como escapou de sua prisão domiciliar em Tóquio e foi parar no Líbano, numa louca escapada em que viajou dentro de uma caixa de instrumentos a bordo de um avião alugado, fazendo de trouxas as autoridades japonesas. O livro será lançado em 2021.
Via Publishnews 

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