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Sites se adaptam e se tornam acessíveis, atingindo o público com deficiência

Ações para tornar os sites mais acessíveis avançam, e marcas tomam consciência para atender quem tem necessidades especiaisPor 
Acessibilidade dos sites aos deficientes
Acessibilidade dos sites aos deficientes
O foco na acessibilidade tem aumentado no mercado. No ambiente virtual, a evolução começa a chegar e organizações lutam para que a experiência daqueles clientes que têm algum tipo de necessidade especial também sejam atendidos com eficiência.
De acordo com recente pesquisa realizada pelo Movimento Web para Todos, com apoio da BigData Corp, os sites que falham em testes de acessibilidade vêm diminuindo, mas o número ainda é alto. No último levantamento, dos 14,65 milhões de endereços ativos na web brasileira, apenas 0,74% passaram em todos os testes de acessibilidade feitos em abril. Ainda assim, o índice foi maior que os 0,61% de agosto de 2019.
A pesquisa mostra que os principais desafios para os sites brasileiros serem considerados acessíveis para todos os públicos é relacionado a problemas de links (93,65% têm defeitos) e imagens (83,3%). Os sites de educação dão bom exemplo e lideram o ranking em eliminação de barreiras de navegação para pessoas com deficiência, seguido dos sites de notícia e e-commerce.
De acordo com a professora de MBA em Gestão Estratégica e diretora da Desencaixa - Escola de Marketing, Céu Studart, é um desafio para as marcas se comunicar melhor com o público, de forma empática. "A empatia, na verdade, é entender como o público quer ser atendido e não só oferecer o atendimento que eu queria", diz.
Pensando em desenvolver essa empatia entre os programadores de sites, a W3C lançou um conjunto de fascículos em forma de cartilha para ensinar sobre acessibilidade digital. No material, de quatro fascículos, é possível obter lições sobre como elaborar projetos digitais acessíveis, com as diretrizes corretas, padrões de web e validação.
"Uma página criada sem considerar essa diversidade pode dificultar - ou mesmo impedir - o acesso de um grande número de pessoas ao seu conteúdo. Em geral, quando isto acontece, o grupo mais prejudicado é o de pessoas com deficiência. Para navegar nos sítios Web, essas pessoas utilizam diferentes tipos de softwares, hardwares e estratégias, que só funcionam bem se o sítio for criado de acordo com certos padrões de codificação", informa um dos trechos da cartilha.
Para a idealizadora do Movimento Web para Todos, Simone Freire, o desafio para tornar a web brasileira mais acessível ainda é grande. O lançamento da nova campanha, "Imagens que falam", trará luz ao problema que é para as pessoas com necessidades, a falta de descrição de imagens nos sites brasileiros. Dicas e oficinas virtuais serão oferecidos pela organização.
"Os dados que revelamos mostram que houve uma melhora na acessibilidade, mas ainda é muito pouco para a população que ainda precisa ser atendida no digital", resume.
 
Serviço

Todas as cartilhas de acessibilidade para sites estão disponíveis em HTML, ePUB e HTML no w3c.br/Materiais/PublicacoesW3C
O Povo

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