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Apanhadão: Livro de sobrinha de Donald Trump alcança a marca de um milhão de cópias vendidas na semana de lançamento

E mais: Globo avalia primeiro mês de Mario Frias à frente da Cultura; Faro irá publicar a obra 'Diários de Wuhan' e morre o escritor espanhol Juan Marsé
livro de Mary Trump, sobrinha de Donald Trump, vendeu mais de um milhão de cópias em seu primeiro dia nas vitrines dos EUA, informou a Simon & Schuster, editora da obra. Too Much and never enough: How my family created the world's most dangerous man ("Muito e nunca suficiente: como minha família criou o homem mais perigoso do mundo, em tradução livre), é o primeiro retrato pouco agradável do presidente, por parte de um membro de sua família. No livro, Mary acusa o tio de ser arrogante e ignorante, cuja personalidade se encaixa nos critérios clínicos do narcisismo. A Simon & Schuster encomendou a impressão de mais cópias do livro, que chegarão a 1,15 milhão apenas para o mercado americano.
Valor registrou que os livros que mais registraram crescimento nas fendas são os clássicos sobre epidemias e distopias. As vendas do romance A peste, por exemplo, escrito em 1947 por Albert Camus, que conta a história de uma cidade da Argélia assolada pela peste bubônica, saltaram 3.900% após a segunda quinzena de abril, em comparação com o período anterior à pandemia (entre janeiro e março). Outros livros que apresentaram crescimento foram: Ensaio sobre cegueira, de José Saramago; 1984, de George Orwell e Admirável mundo novo, de Aldous Huxley.
O ator Mario Frias completou um mês no cargo de Secretário Especial da Cultura. O Globo classificou este primeiro mês como uma “lua de mel”, já que até o momento Frias trilhou um caminho bem menos turbulento em seus primeiros dias na secretaria do que sua antecessora, Regina Duarte, tanto por contar com mais apoio da chamada ala ideológica quanto pelo próprio momento político em que assumiu. Frias também se encontrou com Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares – o que agradou à base ideológica – e aderiu ao protocolo governista de dispensar máscara em público.
Se de um lado Frias tem o apoio do governo, do outro, representantes do setor cultural temem paralisação da Rouanet durante a sua gestão. Segundo a Folha, desde o dia 2 – quando o novo secretário demitiu nomes indicados por Regina Duarte – nenhum projeto da Rouanet foi publicado no Diário Oficial da União. A Secretaria Especial da Cultura, no entanto, diz que “as ações de gestão estão sendo realizadas no âmbito da secretaria” e que os projetos estão caminhando normalmente.
No Painel das Letras, a notícia de que os diários da escritora chinesa Fang Fang, que relatam a quarentena de dentro dos muros de Wuhan e foram vetados na China, vão ser publicados por aqui pela Faro Editorial. Os Diários de Wuhan já saíram em e-book nos Estados Unidos e vão chegar ao Brasil em setembro, após tradução feita por uma força-tarefa da editora.
Ainda na coluna, a Companhia das Letras comprou os direitos de Los Adioses (as despedidas), do uruguaio Juan Carlos Onetti. E o Instituto Serrapilheira e o Suplemento Pernambuco fizeram uma parceria inédita para publicar, começando em setembro, contos que partem de premissas científicas sólidas. A ideia do projeto Botão Vermelho é unir duas áreas que vêm sendo atacadas pela era da desinformação: a ciência e a cultura.
Faleceu no último sábado o escritor espanhol Juan Marsé, aos 87 anos. Segundo o Estadão, Marsé fazia parte da chamada 'geração dos 50' junto com seus amigos Jaime Gil de Biedma, Carlos Barral, Eduardo Mendoza, Manuel Vázquez Montalbán e Juan Goytisolo. Seus livros narram uma Barcelona do pós-guerra, descrevem com cuidado, realismo e ironia esse período e as tensões sociais entre a burguesia tradicional, as novas elites e a classe trabalhadora. Em 2008, o escritor recebeu o Prêmio Cervantes.
O Museu da Língua Portuguesa colocou no ar o projeto on-line A palavra do agora. O objetivo é ajudar as pessoas a lidar com sentimentos decorrentes da pandemia a partir de exercícios de escrita. Disponível gratuitamente on-line, o sitepropõe que os internautas escrevam sobre suas vidas antes da quarentena e a respeito dos próprios sentimentos atuais.
Via Publishnews 

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