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Quem é realmente livre?

Publicado pela Pallas, livro de Eliana Alves Cruz tem como cenário o Rio de Janeiro de 1732
Uma cidade com milícia, racismo, fake news, delação premiada, conservadorismo, fanatismo religioso e ruas sujas. Parece 2020, mas esse é o caótico Rio de Janeiro de 1732, ano no qual está ambientado o romance histórico Nada digo de ti, que em ti não veja (Pallas, 200 pp, R$ 43), terceiro livro de Eliana Alves Cruz. Dentre os temas tratados no livro, saltam aos olhos a transexualidade, raras vezes presente em uma trama de época; as notícias falsas, através de cartas anônimas que ameaçam revelar alguns dos segredos mais bem guardados dos integrantes das duas famílias ricas que se fazem parte da história, e a corporeidade. Nada digo de ti, que em ti não veja é também, como adiantou Elisa Lucinda na apresentação, a história de um amor impossível, forte e verdadeiro.

Via PUBLISHNEWS

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